Políticas da Conferência

Política de Acesso às Edições Anteriores

As apresentações que compõem as conferências atual e anteriores neste site são de acesso livre e estão disponíveis para leitura gratuitamente, em benefício de autores e leitores interessados.

 

Taxas de Inscrições

As tarifas terão as seguintes modalidades:

Categorias Até 30/09 Após 01/10 e Até 31/10
Professores, Pesquisadores e Profissionais em geral R$ 45,00 R$ 60,00
Estudantes (Graduação e Pós-graduação) R$ 30,00 R$ 40,00
Ouvintes R$ 15,00 R$ 20,00

Observações

  • Despesas com deslocamento, hospedagem e alimentação correm por conta dos participantes. Em momento oportuno, serão disponibilizados no site do evento sugestões de alimentação e locais de hospedagem.
  • A inscrição no congresso só será confirmada após o pagamento da taxa de inscrição.

PAGAMENTO:

Após o aceite do trabalho, tanto o autor que submeteu o texto quanto os demais coautores deverão realizar o pagamento da taxa de inscrição.

É possível fazer o pagamento da inscrição pelos seguintes métodos:

ONLINE (CARTÃO DE CRÉDITO): Escolha a modalidade e clique no botão para efetuar o pagamento via cartão de crédito.

 

Modalidades

 

DEPÓSITO/TRANSFERÊNCIA:

Banco do Brasil

Agência: 0147-3

Conta Corrente: 21364-0
Titular: Instituto Conexão Sociocultural
CNPJ: 19.072.851/0001-78

Para efetivação da inscrição, deverá o inscrito enviar o comprovante de pagamento para o email: contato.ehm@claec.org após a realização da inscrição no site.

Não haverá devolução do pagamento da taxa de inscrição.

Alunos de Graduação e Pós-graduação

Deverão enviar declaração de matrícula juntamente com o comprovante de pagamento para o e-mail contato.ehm@claec.org

 

Cursos/Oficinas

Epistemologia de fronteira e pensamento socioespacial estratégico: geografias cidadãs, descolonialidade, integração no Cone Sul.
Ementa: A presente proposta de Curso vai ao encontro do diálogo social proposto pelo movimento de Institucionalização do Mercosul Social – que toma lugar sobretudo sob o reordenamento político no Cone Sul com a chegada do Século XXI (conforme, p. ex, “Mercosul Social e Participativo: Construindo o Mercosul dos povos com democracia – Brasília : Ibraes, 2007”) – e, de certa forma, abraça o debate assim denominado “imaginário antiimperialista” documentado por instituições como o CLACSO (Conselho Latino-americano de Ciências Sociais). Neste sentido, põe-se em relevo (relevância) a diversidade de relações de interesse à epistemologia socioespacial estratégica, tais como:
– Participação, inclusão social e democracia;
2 – Saúde, educação e cultura;
3 – Meio ambiente, reforma agrária, economia solidária e cooperativismo;
4 – Investimento produtivo e desenvolvimento social;
5 – Mulheres, direitos humanos e juventude;
6 – Livre circulação, previdência social, turismo e esporte;
7 – Segurança pública, descentralização e comunicação social.
Desta maneira, o objetivo geral e amplo do movimento de construção do Mercosul Social e Participativo – temática privilegiada de nossa atual atividade de Pesquisa – representa o alargamento “das fronteiras da participação social” (Ibraes, 2007). É uma perspectiva de grande interesse para as políticas públicas de integração no Cone Sul, para qual a construção paradigmática de epistemologia de fronteira e dos estudos descoloniais podem contribuir de modo estratégico.
Público-alvo: Estudantes e pesquisadores em Ciências Humanas e Sociais (em geral) e Ciências Jurídicas interessados em temática da Integração no Cone Sul; Operadoras e operadores no Mercosul (sobretudo Mercosul Social); operadoras; operadores em Políticas Públicas de Direitos Humanos no Mercosul; Operadores em temáticas e políticas públicas de fronteira. Estudantes e Pesquisadores em Estudos Descoloniais.
Coordenador: Dr. Nilo  Américo Rodrigues Lima de Almeida (Universidade de São Paulo)
Pesquisador, Orientador, Docente no PPGEO/UFPE (Programa de Pós-Graduação em Geografia) em Estudos Descoloniais e Mercosul Social e Integração no Cone Sul;  Professor Adjunto no Dep. de Ciências Geográficas/UFPE; Bolsa de Aperfeiçoamento CNPq (Projeto Território, Lugar e Poder)/USP; Integrante da Rede Movimientos Sociales en Movimiento/seminário permanente (http://movimientos-sociales- en-movimiento.uy/); e Rede FOMERCO (Fórum Universitário Mercosul – http://www.fomerco.com.br/).

Direitos Humanos na História Recente Latino-Americana
Ementa: O curso pretende discutir a visão transnacional dos direitos humanos, a partir das experiências concretizadas sobre violência de Estado nas ditaduras latino-americanas. Os direitos humanos, enquanto direitos universais, ocasionam diversos debates dentro das ciências, que elaboram as experiências humanas em diversas áreas – Direito, Literatura, História, Ciências Políticas, Psicologia, entre outras. Neste curso, pretende-se debater, inicialmente, as elaborações dos conceitos de práticas de genocídio e de crimes contra a humanidade. Propondo o genocídio como uma prática social moderna, que ocupa tempos e espaços amplos ao longo da história, verificaremos sua aplicação nos trabalhos comparativos das Ciências Humanas e nas ações criminais em âmbitos internacional e nacional. Por outro lado, os crimes contra humanidade serão debatidos a partir da perspectiva histórica na qual essas ações são resultados de delitos políticos “lesivos para a humanidade”. Como estudos de casos, além daqueles trazidos nos debates, analisaremos as experiências em três países do Cone Sul americano (Argentina, Paraguai e Uruguai), onde verificaremos a aplicação desses conceitos nas vivênciasdos períodos ditatoriais e pós-ditatoriais, sob a visão transnacional da própria repressão, promovida pela Operação Condor, e das justiças de transições Neste sentido, trataremos das discussões promovidas pelos movimentos de direitos humanos, nacionais e internacionais, e pelas vítimas dos regimes ditatoriais nesses países. Recuperaremos, nesses debates, os argumentos sobre memória, verdade e justiça, pensando o rompimento dos direitos humanos nas particularidades locais e abrangendo uma perspectiva global que influenciou atos concretos na História Recente.
Público-alvo: Aberto ao público interessado em discutir direitos humanos e memórias.
Coordenadora: Me. Marina Maria de Lira Rocha (Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade de São Paulo)

Indústrias Criativas e Identidade Cultural
Ementa: A presente proposta de curso tem por objetivo apresentar possibilidades de relação entre os conceitos de indústria criativa e identidade nacional. Os processos globalizacionais estruturados ao longo das últimas décadas implicaram na percepção da extrema importância que os âmbitos socioculturais possuem para os setores criativos de qualquer região ou país. Com a emergência da chamada Economia Criativa – delineada na década de 1990, no Reino Unido, a partir da compreensão de atividades que envolvem a criatividade como participantes de expressiva importância na economia nacional –, setores como arte e cultura, entretenimento, arquitetura, entre outros, adquiriram status de maior importância para governos e sociedades. O espectro das indústrias culturais é composto fortemente pela produção midiática em diferentes formas – audiovisual (televisão, cinema, internet), rádio, indústria musical, publicações (impressas e online), publicidade e propaganda – e em segmentos como artes, design e arquitetura, entre outros. Conforme Hesmonhalgh , a principal característica das IC é a produção de bens culturais alinhada à proliferação das tecnologias digitais e os processos de convergência, que permitem tanto novas formas de produção quanto de distribuição de conteúdos. Esse panorama reflete tanto mudanças em gostos, hábitos e atividades de consumo quanto transformações relativas às políticas culturais em escala mundial e o visível impacto da atuação conglomerados transnacionais. Nesse cenário, mostra-se cada vez mais necessário entender as dinâmicas envolvidas na construção da identidade cultural. Esta, como já observado por teóricos como Castells e Hall , deve ser mirada na contemporaneidade como uma estrutura mutável, relacional, e não essencialista. Elementos que servem à constituição de representações identitárias são abalados pelas novas formas de consumo e sociabilidades que surgem e são promovidas pelas indústrias criativas, visto que os produtos culturais são essenciais à constituição de referenciais. Como os bens simbólicos produzidos pelas IC reproduzem estruturas socioculturais? De que maneiras as sociedades se apropriam da produção das IC? Em suma: como entender o intenso intercruzamento entre identidade cultural e indústrias culturais.
Público-alvo: Graduandos e pós-graduandos em cursos como Comunicação Social, Ciências Sociais, Gestão Cultural, Artes, Arquitetura, Design, História; público em geral.
Coordenador: Dr. Ivan Bomfim; doutor em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e realiza pós-doutorado na Escola da Indústria Criativa da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Patrimônio e Interdisciplinaridade
Ementa: Atividades interdisciplinares são vistas cada vez mais como fundamentais para um trabalho mais eficaz que leve os alunos, bem como os professores, a uma visão mais global do mundo, melhorando suas percepções sobre as relações entre os fenômenos. A ideia vem na tentativa de buscar a totalidade perdida, objetivo presente nas obras ;Interdisciplinaridade e Patologia do saber, de Hilton Japiassu (1976); e Os sete Saberes Necessários à Educação do Futuro de Edgarr Morin (2005). Pensando na possibilidade de trabalhar, preferencialmente sob o prisma interdisciplinar, associado a elementos que provoquem nos sujeitos, uma inquietação e ao mesmo tempo a possibilidade de levar a um sentimento de apego ao lugar trabalhado, é que proponho trabalhar o tema do Patrimônio Cultural. A ideia é simples: apresentar um elemento patrimonial da comunidade em questão, através de vídeo, slides, fotografia, ou outra forma multimodal. A partir daí, desenvolver questões conjuntas que envolvam várias disciplinas sobre o tema.
Público-alvo: Professores , acadêmicos e pesquisadores do tema.
Coordenadores: Dra. Maria de Fátima Bento Ribeiro (Universidade Federal de Pelotas)  e Ma. Ângela Mara Bento Ribeiro (Doutoranda em Letras/Linguística Aplicada, bolsista CAPES/PROSUP, pela Universidade Católica de Pelotas).

Cor e Raça: Um Estudo Sobre Identidade Brasileira
Ementa: Este minicurso tem como temática a construção da identidade brasileira referente às questões de cor e raça. Deve-se ressaltar que raça e cor não são naturais a um determinado grupo ou indivíduo, ou seja, são definidas historicamente e politicamente; assim como as identidades nacionais. A identidade nacional brasileira tem influências europeias, um viés branco para falar em diversidade e presença negra, em um propósito de branqueamento da sociedade por meio da miscigenação, além da invenção do mestiço ou mulato, enquanto símbolo de brasilidade em um ideal de “Democracia Racial”. Também, se faz essencial, ter em mente a presença da branquitude em nossa história e cotidiano, como uma supervalorização do ser branco, e, consequentemente, numa desvalorização do ser negro. A branquitude, enquanto estética branca está nas palavras, nas imagens, na televisão, e no imaginário brasileiro. Em contrapartida, se opondo a estas construções e padrões, teremos a negritude como meio de identificação. Teve-se em nossa história movimentos negros diversos, as fundações de Clubes e associações negras, concursos de beleza, entre outras manifestações contra a imposição da branquitude. O minicurso tem como objetivo apresentar e discutir a identidade brasileira enquanto uma construção branca sobre a presença negra. O minicurso busca contribuir para uma discussão referente à temática por meio de uma variada metodologia de pesquisa; e através de referências  bibliográficas atualizadas e essências à pesquisa sobre relações raciais, racismo e identidade. Também, pretende-se expor as especificidades desta temática no Rio Grande do Sul, em que por muito tempo foi negada a presença e cultura negra. Enfim, será abordada a construção da identidade sobre construções do ser branco(a) e do ser negro(a) no Brasil.
Público-alvo: Estudantes universitários; professores da rede pública de educação e da universidade.
Coordenadora: Ma. Beatriz Floôr Quadrado (Universidade Federal de Pelotas)

Identidade(s) na Linguagem Audiovisual
Ementa:  A proposta do curso é abordar a identidade numa perspectiva multidisciplinar, utilizando-se de mensagens audiovisuais. Uma vez que na contemporaneidade estamos inseridos em diferentes contextos. Acredita-se na perspectiva do sujeito como emissor, transmissor e receptor destas mensagens e, portanto, diante do seu compromisso ético, estético e político é responsável por problematizar e propiciar a reflexão sobre o contemporâneo e as suas narrativas, na perspectiva de ”romper fronteiras” e construir identidade(s).
Público-alvo: aberto a todos os públicos
Coordenadores: Dra. Adriane da Silva Machado Möbbs (Universidade Católica de Pelotas) e Dr. Daniel Moraes Botelho (Universidade Católica de Pelotas)

Patrimônio Cultural y Relacionalidad
Ementa: Las transformaciones modernas hacia la crítica y la descolonización de las representaciones culturales producidas tradicionalmente por disciplinas como la antropología motivó a Clifford a decir que “ya nadie puede escribir sobre otros como si se tratara de textos u objetos aislados” (CLIFFORD, 1986: 25). No obstante la visión legalista y tecnocrática que asume que es posible “administrar” el patrimonio con técnicas de documentación y uso de recursos tecnológicos muestra que el logocentrismo occidental permanece bastantemente afianzado dentro de una visión estática de las relaciones entre “occidentales” y “no-occidentales”. Dos elementos son claves en este contexto: la función del patrimonio cultural en la gubernamentalidad (MENEZES, 2013) y el contexto sociológico que otorga valor hegemónico al patrimonio institucionalizado (HABER, 1996). No obstante, si entendemos el patrimonio como un locus de producción de discursos múltiples, principalmente en lo referente a “identidades colectivas” y donde las dinámicas político-culturales de las sociedades favorecen la selección y preservación de ciertos patrimonios (POUTIGNAT y STREIFF, 1997), entonces es imprescindible redefinir la manera en que abordamos el tema patrimonial. Siguiendo la propuesta de Strathern (1988) en este curso planteamos discutir cómo las relaciones sociales son precondiciones heurísticas de vital importancia para la construcción de alternativas a los regímenes patrimoniales que desconocen la alteridad ontológica de las formas de pensar y habitar el mundo. Nos interesa enfatizar cómo en el caso de las relaciones entre etnicidad y procesos de patrimonialización es necesario un abordaje hibrido donde se contemple la trayectoria diacrónica y la red de contextos y agentes sociales.
Público-alvo: Estudiantes de Patrimonio Cultural, de Antropologia, Historia o Ciencia Política. Gestores culturales, funcionarios públicos relacionados al área Cultura-Patrimonio. Miembros de comunidades locales con interés en el tema patrimonial. Requisitos: conocimientos básicos en ciencias humanas (preferible).
Coordenadora: Ma. Elis Meza (Doutoranda em Antropologia – Universidade Federal de Pelotas)

 

Grupos de Trabalho

 

Código

Nome

Coordenadores

GT-01

Cultura, Política e Integração em Contextos Pós-Coloniais

Dra. Senilde Alcantara Guanaes e Dr. Gerson Ledezma Meneses

GT-02

Políticas Públicas de Memória e Patrimônio no Mercosul

Dra. Ana María Sosa Gonzáles e Dra. Rita Juliana Soares Poloni

GT-03

Formação Acadêmica, Educação e Sociedade

Dra. Ana Cristina da Silva Rodrigues

GT-04

Políticas Públicas de Conservação do Patrimônio Natural em Áreas de Fronteira

Dr. Diego Freitas Rodrigues, Dr. Edson Struminski e Dra. Vivianny Kelly Galvão

GT-05

Estudos de Gênero, Feminismo e Sexualidades

Dra. Raquel Pereira Quadrado e Dr. Marcio Caetano

GT-06

Cultura, Fronteira e Relações Internacionais

Dra. Maria de Fátima Bento Ribeiro, Ma. Ângela Mara Bento Ribeiro, Ma. Cristiane Bartz de Ávila e Ma. Naiara Souza da Silva

GT-07

Comunicação, Cultura e Conhecimento Científico em Processos Decoloniais

Dra. Betânia Maciel e Dr. Marcos Ely Andrade

GT-08

Alteridades, Interseccionalidades e Educação

Dra. Alinne de Lima Bonetti e Dra. Fabiane Ferreira da Silva

GT-09

Povos Indígenas, Fronteiras e Processos Históricos, Jurídicos e Antropológicos

Dr. Antonio José Guimarães Brito e Dr. Victor Hugo Veppo Burgardt

GT-10

Diplomacia Cultural e ações de cooperação cultural entre Brasil e países da América Latina

Dra. Maria Margarida Cintra Nepomuceno, Dra. Alessandra Cavalcante de Oliveira, Dra. Simone Rocha de Abreu e Me. Mayra Coan Lago

GT-11

Ensino de línguas e a construção de identidades

Dra. Ida Maria Marins e Dra. Luciana Contreira Domingo

GT-12

Fronteiras: Olhares e Perspectivas Sobre o Desenvolvimento

Dra. Carmen Luz Rivas de Martinez, Dr. Guillermo Alfredo Johnson, Dr. Gustavo Biasoli Alves e Dr. Valdir Gregory

GT-13

Relações Internacionais da América do Sul: atores e instituições na integração regional

Dr. Felipe Kern Moreira e Dra. Joséli Fiorin Gomes

GT-14

História, Memória e Identidades

Dr. Ronaldo Bernardino Colvero

GT-15

Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) e Educação para as Relações Étnico-raciais e Movimentos Sociais

Dra. Simone Silva Alves, Dra. Sátira Pereira Machado, Me. Everton Fêrrêr de Oliveira e Me. Juliana Silva dos Santos

[GT-01]  Cultura, Política e Integração em Contextos Pós-Coloniais (Programa de Pós-Graduação de Integração Contemporânea da América Latina  – Universidade Federal da Integração Latino-Americana).

Ementa: objetivo da proposta é mostrar os mecanismos que o Estado nacional, diretamente relacionado ao sistema-mundo capitalista, desenvolveu ao longo dos séculos XIX e XX para controlar os processos socioeconômicos, políticos e culturais, por meio da invenção das categorias cultura, democracia e cidadania. Democracia e cidadania que, na teoria, tal como aparece no conceito de Bobbio (2000) não seria aplicada a pessoas, comunidades e etnias não brancas; destacamos o papel das ciências sociais, especialmente da antropologia, como aliadas do colonialismo na África, na Ásia, Austrália e Oceania e do Estado nacional latino-americano. Nesses continentes, foi de vital importância para a administração colonial conhecer povos e comunidades diferentes para explorar da melhor forma possível; na América Latina, o conceito de cultura foi importante para o Estado nacional tentar homogeneizar a nação; mergulhar nas culturas para poder vigiar e transforma-las em mestiças ou camponesas; trabalho de governos, centros de inteligência, fundações, historiadores e antropólogos

Coordenadores: Dra. Senilde Alcantara Guanaes (Universidade Federal da Integração Latino-Americana) e Dr. Gerson Ledezma Meneses (Universidade Federal da Integração Latino-Americana).

[GT-02] Políticas Públicas de Memória e Patrimônio no Mercosul (Programa de Pós-Graduação de Memória Social e Patrimônio Cultural – Universidade Federal de Pelotas)

Ementa: As contribuições que se esperam para esse GT poderão abordar o histórico das políticas públicas do patrimônio tanto no Brasil quanto na região do Mercosul, problematizando contextos e situações que estabelecem relações com a contemporaneidade. Instituições de patrimônio, legislações nacionais, documentos patrimoniais, patrimônios de fronteira, gestão compartilhada e quadros nacionais. Políticas de memória e esquecimento nos quadros nacionais de pós-ditadura. Se espera que esses eixos temáticos sejam ilustrados com estudos de caso do Brasil ou da região.

Coordenadoras: Dra. Ana María Sosa Gonzáles (Universidade Federal de Pelotas)  e Dra.Rita Juliana Soares Poloni (Universidade Estadual de Campinas)

[GT-03] Formação Acadêmica, Educação e Sociedade (Programa de Pós-Graduação em Educação – Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA)

Ementa:  O Grupo visa discutir a educação sob múltiplos aspectos, compreendendo as políticas públicas, universidade, práticas educacionais, imaginário social, história e memória. Será dado especial relevo as práticas dos programas complementares na formação acadêmica. Trabalhos de ensino, pesquisa e extensão que dialoguem sobre novas perspectivas nas Ciências humanas, bem como o Programa de Educação Tutorial – PET e o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, o Programa Idiomas sem Fronteiras – IsF, pensando como esses atuam e de que forma contribuem na formação educacional.

Coordenadores: Dra. Ana Cristina da Silva Rodrigues (Universidade Federal do Pampa – Campus Jaguarão)

[GT-04] Políticas Públicas de Conservação do Patrimônio Natural em Áreas de Fronteira (Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas – Universidade Tiradentes)

Ementa: Este GT buscará analisar políticas públicas de conservação do patrimônio natural em áreas de fronteira, tendo em vista as três esferas de poder: municipal, estadual e federal. Com isso, o grupo de trabalho procurará discutir estudos e pesquisas que possam auxiliar no entendimento das políticas de conservação da natureza e suas relações com as culturas locais, regionais e nacionais, tendo em vista a proposição destas políticas como vetores de valorização das áreas de fronteira.

Coordenadores: Dr. Diego Freitas Rodrigues  (Centro Universitário Tiradentes), Dr. Edson Struminski (Centro Universitário Tiradentes)  e Drª Vivianny Kelly Galvão (Centro Universitário Tiradentes).

[GT-05] Estudos de Gênero, Feminismo e Sexualidades (Programa de Pós-Graduação em Educação – Universidade Federal do Rio Grande)

Ementa: Este grupo de trabalho propõe a discussão a partir de resultados de pesquisas teóricas e empíricas baseadas em expectativas multidisciplinares em relações de gênero, feminismo, e sexualidades, do ponto de vista de sociabilidade, contextos e significados em que elas se tecem e se modificam no espaço/tempo através dos delimitadores de diferenças socioculturais.

Coordenadores: Dra Raquel Pereira Quadrado (Universidade Federal do Rio Grande)  e Dr. Marcio Caetano (Universidade Federal do Rio Grande).

[GT-06] Cultura, Fronteira e Relações Internacionais

Ementa: Este grupo visa trabalhar discussões contemporâneas que envolvem questões culturais tais como: Identidade, etnia, território, diáspora, nação, fronteira, migração, hibridismo, interculturalidade e cultura popular. Trazendo como exemplo a ideia do filósofo português Antonio Pinto Ribeiro de: “ é preciso aprender a construir com o outro. ” Umas das falências do multiculturalismo têm a ver com essa convicção de que bastava as pessoas estarem juntas para que a sociedade se alterasse. ” (RIBEIRO, 2011). Segundo esse intelectual não basta apenas reunir os diferentes é preciso um projeto político, por isso, a interculturalidade que é nos nossos dias um conceito tão debatido será o vértice das discussões deste GT.

Coordenadores:  Dra. Maria de Fátima Bento Ribeiro (Universidade Federal de Pelotas)  Ma. Ângela Mara Bento Ribeiro (Unipampa Campus – Jaguarão), Ma. Cristiane Bartz de Ávila (Universidade Federal de Pelotas).

[GT-07]  Comunicação, Cultura e Conhecimento Científico em Processos Decoloniais

Ementa:  Tendo em vista a perpspectiva aberta pelas chamadas "epistemologias do sul" e o caráter fundamental do conhecimento científico no estabelecimento de relações de poder, a proposta do grupo de trabalho é investigar e debater multidisciplinarmente os processos alternativos ou contra-hegemônicos utilizados na interface ciência-tecnologia- sociedade- inovação, tendo como focos de atenção, a comunicação e a cultura. Neste sentido, propomos a superação de conceitos como alfabetização ou divulgação científica, para englobar processos que tenham em conta uma reordenação do conhecimento científico, além da racionalidade moderna e que se baseiem em novas propostas epistêmicas e na dimensão da interculturalidade e da identidade como campo de pesquisa. Partimos portanto dos modelos de comunicação pública da ciência e da tecnologia que englobam a perspectiva da participação cidadã e do reconhecimento do conhecimento nativo (deferimento). Neste sentido, destacamos: 1. a folkcomunicação, com seus estudos e pesquisas sobre as relações e tensões sociais contemporâneas, com ênfase nas políticas e mobilizações em torno das diferenças (culturais, étnicas, de gênero, de raça, de classe, de sexualidade, dentre outras); 2. segmentos sociais alijados de direitos, culturais, políticos e de cidadania; 3. setores públicos, em suas relações com as demandas sociais no campo da segurança pública, educação e qualidade de vida. 4. a saúde e temas relevantes como os direitos sexuais e reprodutivos, a saúde da mulher e dos grupos LGBTT, a saúde pública e outros que possam ser debatidos na perspectiva dos estudos das classes subalternas.

Coordenadores: Dra. Betânia Maciel (Faculdade Integrada de Pernambuco)  e Dr. Marcos Ely Andrade (Faculdade Integrada de Pernambuco)

[GT-08] Alteridades, Interseccionalidades e Educação

Ementa:  Contemporaneamente percebe-se cada vez mais o recrudescimento de práticas sociais discriminatórias oriundas do encontro entre diferenças. As alteridades, interseccionalmente constituídas pelos mais diversos marcadores sociais, tem sido alvo de antagonismos, hierarquias e desigualdades. No âmbito da Educação formal, estas tensões têm encontrado um dos seus principais focos de ação. Destacamos, como um eloquente exemplo, os intensos debates em torno dos Planos de Educação, que tem tomado as questões de gênero e de sexualidade como o seu principal alvo. Entretanto, a visibilidade dos ataques em torno destes dois marcadores da diferença tem escamoteado ofensivas também acerca de questões étnicas, raciais, geracionais e religiosas, que nos parecem apontar para um processo mais amplo de transformações nos marcos civilizatórios. Frente a este cenário, entendemos como necessário compreender mais profundamente este novo contexto. Para tanto, este Grupo pretende reunir trabalhos que problematizem as relações entre alteridades, suas interseccionalidades (gênero, sexualidade, raça, etnia, geração, classe, religiosidade, entre outras) e seus efeitos nas práticas educacionais, sejam elas formais ou não. Objetiva aprofundar reflexões e a produção de conhecimento sobre as características, os mecanismos, visões de mundo e os universos de significação, constitutivos destes novos cenários em que as diferenças se antagonizavam. Além disto, visa, também, constituir uma rede de pesquisadoras/es em torno destas questões de maneira a consolidar a produção de conhecimento acerca da constituição dos sujeitos e das práticas sociais considerando os marcadores sociais da diferença e suas interseccionalidades. Serão acolhidos trabalhos (projetos de pesquisa, projetos de intervenção, relatos de experiência) que se valham de abordagens qualitativas de pesquisa, tais como etnografias, estudos de caso, investigação narrativa, grupos focais, etc.

Coordenadoras: Dra. Alinne de Lima Bonetti (Universidade Federal do Pampa Campus – Uruguaiana) e Dra. Fabiane Ferreira da Silva (Universidade Federal do Pampa – Campus Uruguaiana)

[GT-09] Povos Indígenas, Fronteiras e Processos Históricos, Jurídicos e Antropológicos

Ementa:  Discutir a situação e os processos étnicos, históricos e jurídicos dos povos indígenas em faixa de fronteira, aspectos culturais, territoriais, espirituais e subjetivos, com enfoque nas fronteiras do norte, oeste e sul. Verificar o conflito étnico do povo Guarani e Kaiowá na fronteira com Paraguai, o impacto do agronegócio e a luta e resistência pelo Tekoha e Aty Guasú. Também o ressurgimento do povo Charrua no Uruguai e Rio Grande do Sul, mas especificamente em Tacuarembó e Porto Alegre. Analisar, ainda, a situação dos povos Makuxi, Taurepang, Wapixana e Ingarikó, habitantes da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, bem como suas relações com os parentes do outro lado da fronteira com a Venezuela, procurando salientar os problemas que enfrentaram durante o processo de demarcação da TI e as expectativas com relação ao futuro, uma vez que algumas ameaças ainda pairam sobre estes povos, tais como, as condicionantes do Supremo Tribunal Federal, que abriram espaço para outros sujeitos participarem de novos processos de demarcação e a possível permissão para a mineração em TI, a ser discutida no Congresso Nacional brasileiro.

Coordenadores: Dr. Antônio José Guimarães Brito (Universidade Federal do Pampa  Campus – Santana do Livramento)  e Dr. Victor Hugo Veppo Burgardt (Universidade Federal do Pampa Campus – Santana do Livramento)

[GT-10] Diplomacia Cultural e ações de cooperação cultural entre Brasil e países da América Latina

Ementa:   Os processos de integração cultural entre Brasil e os países da América Latina tem início, em suas formas mais espontâneas, especialmente no marco das primeiras relações fronteiriças. Na metade do século XIX, já são registradas ações de cooperação cultural, intercâmbios técnicos, depois universitários, mas que constituíam ações isoladas, que beneficiavam segmentos restritos das sociedades. Com a participação dos países latino americanos nas Conferências Pan-americanas, aumentaram as possibilidades de cooperação cultural entre os países da região. A partir das primeiras décadas do século XX, o Brasil sistematiza esses intercâmbios e os transforma em políticas de Estado envolvendo a participação das universidades brasileiras, profissionais destacados, políticos e diplomatas. Foi através das reformas ministeriais ocorridas durante o governo do presidente Getúlio Vargas que começa a ser elaborada o que denominamos hoje de Diplomacia Cultural. De lá para cá, novos atores políticos e sociais colocam-se à frente da direção exclusiva do Estado para estabelecer, com certa independência, relações culturais entre setores diversos das sociedades latino-americanas. Os fluxos culturais têm-se intensificado, as agendas entre os países são discutidas e muitas delas elaboradas conjuntamente atualizando as novas relações internacionais. Considerando a interface entre a história, a cultura e as relações internacionais que esta proposta está inserida e tem como objetivo possibilitar um espaço de estudo, discussão e reflexão das relações do Brasil com a América Latina tendo como eixo norteador as ações de intercâmbios culturais, políticas culturais e a diplomacia cultural do Brasil para a região. Deste modo pretendemos reunir trabalhos dedicados ao estudo da história e das relações culturais do Brasil para América Latina a partir das distintas políticas culturais e da diplomacia cultural empregadas pelo Estado, mediadas por indivíduos (como presidentes, artistas, escritores, intelectuais, diplomatas) através de discursos políticos, projetos culturais, programas de cooperação e produtos culturais, considerando as especificidades dos contextos sócio-históricos em que foram produzidos, tal como as continuidades e as mudanças ao longo dos séculos XX e XXI. Igualmente consideraremos propostas que tratem do papel e da ação dos indivíduos- como artistas e escritores – e da sociedade civil, incluindo as mais diversas manifestações culturais e artísticas, que estavam ou não vinculados ao Estado, que também contribuíram para o conhecimento, a aproximação e o estabelecimento de laços entre os países da região ou mesmo de um desejo de integração latino-americana.

Coordenadores:  Dra. Maria Margarida Cintra Nepomuceno (Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina/USP), Dra. Alessandra Cavalcante de Oliveira (Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina/USP), Dra. Simone Rocha de Abreu (UNESP/SP) e Me. Mayra Coan Lago (Universidade de São Paulo)

[GT-11] Ensino de línguas e a construção de identidades

Ementa:  Este grupo de trabalho tem por objetivo discutir/dialogar em torno dos efeitos de aprendizagem e na construção de identidades dos sujeitos, quando do ensino de uma língua materna, segunda língua, língua estrangeira, ensino do português como LE, em espaços escolares e não escolares. Para isso, propomos abrir um espaço para que professores da rede básica de ensino, acadêmicos em atividades de estágio obrigatório ou não, bolsistas de programas PET, PIBID e outros atores envolvidos com o ensino de línguas possam socializar suas práticas educativas e delas trazerem reflexões sobre o seu significado na construção do conhecimento e na formação de identidades híbridas.

Coordenadores:  Dra. Ida Maria Marins (Universidade Federal do Pampa Campus Jaguarão) e Dra. Luciana Contreira Domingo (Universidade Federal do Pampa – Campus Jaguarão)

[GT-12] Fronteiras: Olhares e Perspectivas Sobre o Desenvolvimento

Ementa:   O grupo de trabalho se propõe a abrigar trabalhos que envolvam a discussão sobre a fronteira como um espaço de contato entre perspectivas diferentes de desenvolvimento envolvendo Estados e sociedades. Parte-se da perspectiva da interdisciplinaridade, ou seja, do espaço fronteiriço como contendo em sua complexidade aspectos históricos, sócio-políticos, geográficos, econômicos, culturais e educacionais..Desta forma, deve-se abranger não apenas aspectos teóricos atinentes aos temas em questão, mas também aqueles que envolvam estudos de caso. Leva-se em conta que a América Latina é um espaço particular, tanto por sua posição periférica, porém autônoma no cenário mundial, quanto pelas disparidades de desenvolvimento entre seus países. Argumenta-se que a região tem a tarefa de desenvolver uma olhar autônomo sobre si mesma e de estabelecer diálogo com conceitos e perspectivas formuladas alhures, ou seja, rever sua dependência em aspecto amplo, tanto conceitual como prático e assim pensar e propor formas de desenvolvimento que não apenas absorvam o que de melhor se produziu alhures e internamente como discutir e problematizar o papel, os interesses e as propostas das comunidades locais.

Coordenadores: Dra. Carmen Luz Rivas de Martinez (Universidad Nacional de Itapúa)  Dr. Guillermo Alfredo Johnson (Universidade Federal da Grande Dourados) Dr. Gustavo Biasoli Alves (Universidade Estadual do Oeste do Paraná)  e Dr. Valdir Gregory (Universidade Estadual do Oeste do Paraná)

[GT-13] Relações Internacionais da América do Sul: atores e instituições na integração regional

Ementa:  A América do Sul caracteriza-se como uma região de intensas assimetrias e, ao mesmo tempo, inúmeras similaridades, delineando, nas suas relações internacionais, a busca por enfrentamento de desafios e problemas comuns. No seio destas relações, a integração regional é pauta constante, havendo, no continente, diversas iniciativas que objetivam alcançá-la. De ideais de libertação política face às metrópoles europeias a projetos comercialistas no século XX, os países da região têm desenvolvido entre si processos de integração em profusão, os quais parecem ampliar-se, nas últimas décadas, tomando proporções multidimensionais. Em razão disso, inúmeras instituições internacionais e diversos atores, de natureza estatal e não estatal, participam deste cenário, contribuindo para o incremento de sua complexidade. Nesse sentido, o presente Grupo de Trabalho pretende discutir o papel e a atuação dos inúmeros atores e instituições internacionais envolvidos na integração regional sul-americana, abordando suas inter-relações e os impactos destas para concretizar este processo. Com isso, o Grupo tem por escopo compreender as relações internacionais da América do Sul no âmbito da integração regional, a fim de permitir o estabelecimento de propostas adequadas para seu aprimoramento no contexto contemporâneo. Portanto, mediante debates acadêmicos a partir da apresentação e publicação de trabalhos científicos, o Grupo proporcionará espaço para a reflexão e inovação na temática.

Coordenadores: Dr. Felipe Kern Moreira (Universidade Federal do Rio Grande) e Dra. Joséli Fiorin Gomes (Universidade Federal do Rio Grande)

[GT-14] História, Memória e Identidades

Ementa:  O objetivo é estabelecer aproximações entre a história, Memoria e Identidade elementos importantes na compreensão das sociedades de Fronteiras. As relações de poder instituída ao longo do tempo pelas Elites alteraram as relações entre estado e sociedade estabelecendo um novo contexto social nestas regiões. As Políticas Públicas em regiões de fronteiras necessitam de uma melhor compreensão da realidade social para isto é importante congregar nestas discussões os diferentes saberes de todas as áreas do conhecimento.

Coordenadores: Dr. Ronaldo Bernardino Colvero (Universidade Federal do Pampa Campus – São Borja)

[GT-15] Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) e Educação para as Relações Étnico-raciais e Movimentos Sociais

Ementa:  Na fronteira, a interculturalidade é a base das relações do estar com o outro, de estar em outro país, de estar em contato com o diferente. Então, no âmbito dos estudos humanísticos multidisciplinares, este grupo de trabalho propõe a discussão da interculturalidade na Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) e na Educação para as Relações Étnico-raciais e Movimentos Sociais. Com base em resultados de pesquisas dos/as coordenadores/as, o GT buscará refletir sobre o papel pedagógico da comunidade escolar fronteiriça na promoção da cidadania de indígenas, quilombolas, afrodescendentes, jovens, adultos, idosos e latino-americanos na diversidade. O GT fundamenta-se no ponto de vista da sociabilidade, quando múltiplas cidadanias revelam que o reconhecimento do “outro” é a melhor maneira de extinguir preconceitos e discriminações, principalmente após a promulgação das leis brasileiras 10.639/03 e 11.645/08, que incluem as culturas e histórias afro-indígenas no ensino nacional. Destaca-se que a escola e os espaços de educação são ambientes potencialmente capazes de reduzir as disparidades entre os seres humanos. Por fim visa-se também, por meio desse grupo de trabalho, fomentar a interdisciplinaridade e propiciar a troca de saberes com diferentes pesquisadores/as.

Coordenadores: Dra. Simone Silva Alves (Universidade Federal do Pampa – Campus Jaguarão) Dra. Sátira Pereira Machado (Universidade Federal do Pampa  – Campus Jaguarão)  Me. Everton Fêrrêr de Oliveira (Universidade Federal do Pampa – Campus Jaguarão) e Me. Juliana Silva dos Santos (Universidade Federal do Pampa- Campus Jaguarão).

 

 

Normas para Submissão

ENVIO DE PROPOSTAS DE TRABALHOS INDIVIDUAIS OU EM COAUTORIA PARA OS GRUPOS DE TRABALHO


Pesquisadores, interessados e estudantes das grandes áreas das ciências humanas e sociais, estão aptos a enviar propostas para apresentação nos Grupos de Trabalho do II Encontro Humanístico Multidisciplinar e do I Congresso Latino-Americano de Estudos Humanísticos Multidisciplinares. As apresentações serão de forma oral com duração de no máximo 15 minutos e serão realizadas por meio de discussão entre os integrantes dos GTs, priorizando o intercâmbio de informações entre os autores. O evento conta com duas modalidades de trabalhos, Resumos Expandidos e/ou Artigos Completos.

Inicialmente todos os participantes devem submeter as propostas de trabalhos na modalidade de Resumo Expandido, posteriormente após aprovação dos resumos submetidos, os interessados em apresentar o trabalho na modalidade de Artigo Completo deverão submeter o arquivo.

Todos os trabalhos aprovados e apresentados serão publicados nos Anais do evento e disponibilizados pelo Sistema Online de Apoio a Eventos do CLAEC, os artigos completos, que após uma revisão pela equipe editorial, serão publicados em uma edição especial da Revista Conexões Culturais que é um veículo de divulgação científica de periodicidade semestral voltado para a publicação de artigos inéditos, resenhas, traduções entre outros documentos.

1) Na página inicial em “Informações sobre a conferência”, ou no menu acima clicar no item: Inscrição;

2) Escolher o tipo de inscrição: Professores, Pesquisadores e Profissionais em geral ou Estudantes de Graduação e Pós-graduação; Após a escolha clicar em “Inscrever”.

3) Na próxima página, escolher entre as opções o minicurso que você gostaria de participar.

4) Abaixo cadastre um login para acesso no sistema, bem como senha e preenchimento dos demais dados. Clicar em “inscrever”.

Depois de inscrito, você deverá acessar o seguinte link:http://eventos.claec.org/index.php/ehm/2ehm/schedConf/cf, ou diretamente no sistema através do menu superior na opção "Submissão de Trabalho". Você será redirecionado para a opção de chamada de trabalho, onde heverá as informações quanto as regras e o modelo do Resumo Expandido, no final da página você deverá clicar na opção "O processo de submissão começa aqui. CLIQUE AQUI PARA INICIAR O PROCESSO DE SUBMISSÃO".

Feito isso, você estará na “Página do Usuário” onde poderá submeter seus trabalhos. Para isso, é preciso clicar em “Nova submissão”. Na próxima página, em “Modalidades da conferência” escolha entre as opções o GT que você irá submeter. Marque todas as caixas em “Diretrizes para Submissão” e “Declaração de Direito Autoral” e clique no final da página em “Salvar e continuar”.

Na próxima página, você anexará o seu texto conforme as normas do evento. Clique em “Escolher arquivo” e depois “Transferir.” Logo após, a pagina atualizará, salvará seu arquivo e você pode clicar em Salvar e Continuar para avançar no processo.

Na página seguinte será feito o cadastro dos autores do texto na submissão. Atenção: é de extrema importância o preenchimento com o nome de todos os autores. Para isso, após o nome do autor principal, é necessário clicar em “Incluir autor”. Depois de preencher os dados dos autores é necessário preencher o título do trabalho e seu resumo. Caso exista alguma agência de fomento, a última lacuna servirá para indicação. Salvar e continuar.

Na próxima página você poderá enviar algum documento suplementar, como os dados completos dos autores, entre outros. Essa etapa não é obrigatória, devendo clicar em Salvar e continuar para concluir.

A última página será para confirmação da submissão. Ao conferir os dados, clicar em “Concluir Submissão”. Você receberá um e-mail de confirmação de sua submissão.

 

 

AVALIAÇÃO:

Os textos submetidos serão analisados de forma anônima, em cada grupo de trabalho, por uma comissão específica, composta por especialistas no tema. Após a avaliação os proponentes receberão e-mails confirmando o aceite do trabalho e os que tiverem interesse em submeter artigos completos deverão encaminhar as contribuições. Somente os autores que receberem o aceite do seu resumo expandido poderão submeter os trabalhos completos.

O original deverá ser encaminhado conforme as regras estabelecidas para cada modalidade (Resumo Expandido e/ou Artigos Completos).

Ambas as modalidades deverão ter no máximo 4 autores mais o orientador (Quando houver) por trabalho e todos os integrantes que constam no trabalho deverão realizar a inscrição no evento e efetuar o pagamento da taxa após o aceite do trabalho.

Será permitida a submissão de até 4 trabalhos por pessoa, independente da condição de autor ou coautor, devendo os proponentes observarem quem irá apresentá-lo, considerando que as apresentações nos GTs ocorrerão de forma simultânea.

Os trabalhos deverão ser apresentados por um autor ou coautor.

 

ESPECIFICAÇÕES:

Resumos Expandidos:

O texto deve ser redigido em times new roman (tamanho 12) e ter pelo menos 2 e até 6 laudas, incluindo notas de rodapé e referências. Utilize espaçamento simples entre linhas. Os elementos que devem constar em um resumo ampliado são: título (português e espanhol), resumo (até 200 palavras), contextualização, objetivos, metodologia (se for o caso), resultados ou resultados esperados (se for o caso), conclusões e bibliografia. Utilizar o layout disponibilizado!

Para os resumos expandidos: O nome completo do(s) autor(es), titulação, nome da instituição (por extenso) a que se vincula(m) o(s) autor(es) e e-mail do(s) autor(es) devem ser cadastrados no sistema, garantindo assim a avaliação a cegas.

Artigos Completos:

O texto deve ser redigido em times new roman (tamanho 12) e ter de 8 a 25 laudas, incluindo notas e referências. Utilize espaçamento 1,5 entre linhas. Os elementos que devem constar em um texto completo dependem da sua natureza e propósitos, embora se espere que estejam conforme o esperado neste tipo de texto.

A primeira página deve conter título (em negrito e iniciais em letras maiúsculas), resumo (com cerca de 15 linhas), palavras-chave (entre três e cinco), e corpo do texto, seguido de referências. Utilizar o layout disponibilizado!

Para os artigos completos: O nome completo do(s) autor(es), titulação, nome da instituição (por extenso) a que se vincula(m) o(s) autor(es) e e-mail do(s) autor(es) devem ser cadastrados no sistema e inseridos no corpo do artigo, conforme o layout.

Os trabalhos poderão ser redigidos em português e espanhol. Expressões em língua estrangeira, títulos de obras e passagens do texto que o autor deseje destacar devem ser digitados em itálico, evitando-se assim o uso do negrito.

Os autores deverão utilizar o layout de submissão disponibilizado, no formato Microsoft Office Word (.doc ou .docx). O modelo traz todas as informações de formatação do trabalho, como estrutura, disposição do texto, referências bibliográficas, etc. Os layout podem ser baixados por meio do seguinte link do Google Drive:

 

LAYOUT DE RESUMO EXPANDIDO

 

LAYOUT DE ARTIGO COMPLETO

 

Os autores interessados em submeter artigos completos deverão primeiramente enviar os resumos expandidos dos seus trabalhos dentro do prazo estipulado, após a avaliação serão enviadas correspondências eletrônicas para os autores com trabalhos aceitos, devendo os mesmos enviarem seus textos completos até o dia 10/10.

 

RESULTADOS:

O resultado dos trabalhos selecionados será publicado no dia 11/09 e os autores que desejarem enviar o Artigo Completo devem enviar, até 10/10, em formato.doc, diretamente pelo sistema da Revista Conexões Culturais.

Os trabalhos completos devem ter entre 8 a 25 páginas, seguindo os padrões da ABNT, conforme o layout disponibilizado.

Não serão aceitos trabalhos que sejam apenas obras criativas ou artísticas, independentemente do valor estético ou cultural, nem trabalhos que sejam puramente descritivos e não contenham elementos de reflexão ou investigação. Os trabalhos também não devem se restringir à simples apresentação de projetos de pesquisa.

PAGAMENTO:

Após o aceite do trabalho, tanto o autor que submeteu o texto quanto os demais coautores deverão realizar o pagamento da taxa de inscrição.

É possível fazer o pagamento da inscrição pelos seguintes métodos:

ONLINE (CARTÃO DE CRÉDITO): Escolha a modalidade e clique no botão para efetuar o pagamento via cartão de crédito.

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Modalidades

 

DEPÓSITO/TRANSFERÊNCIA:

Banco do Brasil

Agência: 0147-3
Conta Corrente: 21364-0
Titular: Instituto Conexão Sociocultural
CNPJ: 19.072.851/0001-78

Para efetivação da inscrição, deverá o inscrito enviar o comprovante de pagamento para o email: contato.ehm@claec.org após o aceite do trabalho.

Não haverá devolução do pagamento da taxa de inscrição.

Alunos de Graduação e Pós-graduação

Deverão enviar declaração de matrícula juntamente com o comprovante de pagamento para o e-mail contato.ehm@claec.org

TAXAS:

Categorias Até 30/09 Após 01/10 e Até 31/10
Professores, Pesquisadores e Profissionais em geral R$ 45,00 R$ 60,00
Estudantes (Graduação e Pós-graduação) R$ 30,00 R$ 40,00
Ouvintes R$ 15,00 R$ 20,00

 

Comitê Organizador

A organização do II Encontro Humanístico Multidisciplinar e do I Congresso Latino-Americano de Estudos Humanísticos Multidisciplinares contam com Comissão Organizadora, Comissão Cientifica e Comissão Técnica com a seguinte composição:

Comissão Organizadora

  • Djalma Thürler (UFBA) – Coordenador Geral
  • Fabricio Pereira da Silva (UFF) – Vice Coordenador Geral
  • Ana Cristina da Silva Rodrigues (UNIPAMPA)
  • Ana Maria Sosa Gonzales (UFPel)
  • Bruno César Alves Marcelino (CLAEC)
  • Edson Struminski (UNIT)
  • Ícaro Vasques Inchauspe (CLAEC)
  • Raquel Pereira Quadrado (FURG)

Comissão Científica

  • Ana Cristina da Silva Rodrigues (UNIPAMPA)
  • Ana Maria Sosa Gonzalez (UFPel)
  • Diego Freitas Rodrigues (UNIT)
  • Djalma Thürler (UFBA)
  • Edson Struminski (UNIT)
  • Fabricio Pereira da Silva (UFF)
  • Gerson Ledezma Meneses (UNILA)
  • Leandro Colling (UFBA)
  • Marcio Caetano (FURG)
  • Otavio Rios Portela (UAM)
  • Raquel Pereira Quadrado (FURG)
  • Rosario Radakovich (UdeLaR/Uruguai)
  • Rita Juliana Soares Poloni (UNICAMP)
  • Senilde Alcantara Guanaes (UNILA)
  • Veronica Teixeira Marques (ITPS)
  • Vivianny Kelly Galvão (UNIT)

Comissão Técnica

  • Bruno César Alves Marcelino (CLAEC) – Coordenador Geral
  • Ícaro Vasques Inchauspe (CLAEC) – Vice Coordenador Geral
  • Agnaldo Mesquita de Lima Junior (CLAEC)
  • Cintia Pacheco Terra Pereira (CLAEC)
  • Isac Morais Lages Marcelino (CLAEC)
  • Juliana Porto Machado (CLAEC)
  • Miriel Bilhalva Hermann (CLAEC)
  • Rocheli Regina Predebon Silveira (CLAEC)
  • Rodrigo da Costa Segovia (CLAEC)

 


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